Representantes dos Centros de Referência do estado se reúnem em encontro estadual

Representantes dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) participaram, na última semana, do I Encontro Estadual de Coordenadores e Técnicos realizado pela Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas). Mais de 300 participantes estiveram no Graúna Hotel, no município de Ouro Preto do Oeste. O evento contou com a participação da secretária de estado Marionete Sana.

Atualmente, atendendo a todo o estado, estão em funcionamento 61 Cras e 18 Creas. O objetivo da capacitação, segundo a coordenadora dos Cras na Seas Ana Paula Barros, é aprimorar e fortalecer os trabalhadores que executam os serviços socioassistenciais ofertados nos municípios. “Está no calendário anual que é função da secretaria estadual o aperfeiçoamento contínuo de qualificação e formação profissional das equipes de referência dos equipamentos de assistência, sempre com o objetivo de melhorar esse atendimento”, resumiu.

Os servidores e gestores municipais, responsáveis pela manutenção dos Centros, participaram de oficinas voltadas às proteções sociais básicas e especiais, que foram ministradas por consultores e assessores em políticas públicas da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNA/MDS).

CRAS, CREAS e Proteção Social Especial de Alta Complexidade

Os centros de referência de assistência social oferecem o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, SCFV,  o serviço de proteção e atendimento integral à família, o PAIF, entre outras ações que complementam o trabalho social feito com as famílias em situação de vulnerabilidade.

Nos centros especializados são feitos os atendimentos voltados à pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social com violação de direitos. Geralmente envolve o trabalho de Conselhos de Direito, Conselhos Tutelares, Ministério Público, Defensoria e Varas Especializadas.  Já na proteção social de alta complexidade são atendidas pessoas com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, onde é necessária a proteção integral. O atendimento é feito em equipamentos próprios (estado ou município) ou em entidades conveniadas.

da Ascom/Seas

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