Pesquisadora apresenta dados do Programa Famílias Fortes em evento da SDSCJ

A equipe da Dra. Sheila Murta, coordenadora do Estudo e Avaliação do Programa Famílias Fortes do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília, participou, nesta sexta-feira (01/12), de reunião promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), sob a gestão de Cloves Benevides. Coordenado pela Secretaria Executiva de Políticas Sobre Drogas (SEPOD), dirigida por Márcia Ribeiro, o encontro, que teve o apoio do Governo Paulo Câmara, foi realizado no prédio da Vice Governadoria. Reuniu Gestores e Coordenadores Municipais diretamente envolvidos no processo de implementação do Programa Famílias Fortes, de enfrentamento às drogas. Participaram representantes da Secretaria Executiva de Políticas Sobre Drogas da Prefeitura do Recife, da Executiva de Assistência Social de Jaboatão dos Guararapes, e da FIOCRUZ.

A pesquisadora Karina Dualibe apresentou dados relativos à efetividade, qualidade da implementação e validade social do PFF em 4 estados brasileiros , que referem-se a PE, CE, RN e SE. A Pesquisa de Avaliação do PFF tem sido conduzida pelo Instituto de  Psicologia de Brasília, que é resultado da formalização de um

Termo de Cooperação Técnica, entre a UNB e o Ministério da Justiça, sob a responsabilidade da Dra. Sheila Murta e equipe Multidisciplinar de pesquisadores.

 

PROGRAMA FAMÍLIAS FORTES

É uma ferramenta de prevenção ao uso problemático de álcool, tabaco e outras drogas, e outros comportamentos de risco à saúde da criança e do adolescente. É realizado com famílias compostas por jovens entre 10 e 14 anos e seus responsáveis. Criado por pesquisadores da Universidade de Utah, EUA, na década de 80, o Programa Famílias Fortes foi adaptado pela Oxford Brookes University, do Reino Unido e chegou ao Brasil em 2013. Aqui o projeto foi implantado com base nos programas de prevenção ao uso problemático de álcool e outras drogas testados e implementados em países com estrutura política e social semelhantes ao Brasil, como México, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru, Equador, El Salvador, Honduras, Irlanda, e Espanha.

da Ascom/SDSCJ

Comentários no Facebook